domingo, 23 de outubro de 2011

All Blacks!! Now And Forever, The Best!!

Bi-campeões, melhor seleção de rúgbi de todos os tempos, a Nova Zelândia venceu a Copa do Mundo de Rúgbi, ao vencer a França, por 8x7. Encerrados 24 anos de jejum, e HAKA neles! (foto). Finalmente, a melhor Seleção de Rúgbi chega ao seu segundo título mundial, após 24 anos de espera. Em casa, os Maoris se fizeram maiores.

Foi difícil, como o placar, raso demonstra. Mas foi bonito, porque, nunca antes na história deste mundo uma nação abraçou uma equipe como a neo-zelandesa. Aquele país, quase esquecido, no sul do Pacífico Sul, da qual poucos ouvimos falar. Mas eu tenho amigos lá, que certamente vibraram muito.

A França valorizou muito. Já estava 8x0 para os All Blacks, quando a França fez um try e converteu o bônus, chegando perto no placar. Mas era dia de All Blacks. Era para os “kiwis” vencerem em casa.

Meus agradecimentos a equipe da ESPN, que transmitiu as partidas, e ainda me citou, nominalmente, por três vezes (duas na mesma partida, a da semifinal entre All Blacks x Wallabies). E citou também a minha esposa, na final.

Congratulações aos meus compadres, Lachlan e Lívia, e a minha afilhada Sophia e sua irmã Siena. Moram na Ilha Sul e sei que torceram muito para verem os All Blacks vencerem em casa. Enfim, podemos dizer que, de novo, que somos campeões. Bi-Campeões!!

Fonte da foto: http://www.rugbyworldcup.com/photo/index.html?2060299

domingo, 9 de outubro de 2011

Excelente Rodada do Brasileirão. Apesar da CBF.

A CBF não gosta do Brasileirão. A Liga de Clubes, que já foi ensaiada, mas morreu, devido às traições, como a do São Paulo contra o Flamengo, deveria ser retomada, as arestas aparadas e os clubes comandarem o campeonato, seguindo o calendário da FIFA. Não pode haver jogos do Brasileirão, campeonato mais importante do país, quando a Seleção Brasileira desfalca os clubes. Mesmo com tais desfalques, os grandes clubes brasileiros brilharam nesta rodada.

Enquanto, na última sexta feira, a “Seleção do Mano dos manos”, fez uma modorrenta e sonolenta partida, vencendo (pelo menos isso), pelo placar mínimo, a “poderosa seleção da Costa Rica. Gol de Neymar, que nem jogou bem. Assim como seus companheiros de amarelinha. Mas a vitória espanta maiores críticas e Mano Menezes promete um time diferente contra o México, na próxima terça-feira, às 22h30. Mudanças À vista para a partida. Além de Júlio César, que está fora por lesão (Jefferson, do Botafogo, entra em seu lugar), devem retornar ao time os laterais Daniel Alves e Marcelo, além dos volantes, Lucas Leiva e Fernandinho. Por que não começar jogando com o Hernanes? Vai entender...

Na quarta feira, em jogo descolado do resto da rodada, o Cruzeiro (16ª posição – 30 pontos), conseguiu um empate com sabor de vitória, em 3x3 com o São Paulo (3º colocado - 47 pts.). Dagoberto, que deveria ter sido expulso pela agressão ao Galhardo, no jogo contra o Flamengo, e nem deveria estar em campo, fez um golaço, ao estilo Messi, driblando 4 ou 5 oponentes, antes de bater pro gol. Luís Fabiano perdeu pênalti.

Ontem, o Botafogo (5º colocado – 46 pts – 1 jogo a menos), saiu na desvantagem contra o Bahia (14ª posição - 34 pts.), gol de Souza, com direito a homenagens chorosas à torcida alvinegra. Depois, aproveitando vantagem numérica (um jogador do Bahia foi expulso aos 39 do 1º tempo), voltou para o 2º tempo com a faca nos dentes e conseguiu a virada, com Alex e Caio. Mas parou por aí. E o tricolor baiano foi valente, ousado, e conseguiu o empate, novamente com Souza, desta vez em cobrança de pênalti. E o Coritiba (8º colocado – 40 pts.), em casa, venceu o Grêmio (10ª posição – 39 pts.) por 2x0. Marcos Aurélio e Jéci marcaram para o Coxa-Branca.

Hoje, o Inter (7ª colocação – 43 pts.), mesmo sem Oscar, venceu, e bem, o Vasco (2º colocado – 50 pts.), até então líder do campeonato, por 3x0. Acho que houve pênalti em jogador do Vasco. E Diego Souza quase fez um belo gol de bicicleta. Fernando Praz salvou o time, com, pelo menos, cinco defesas milagrosas. Mas o Inter com D’Alessandro, num chute que desviou num zagueiro cruzmaltino, enganando o goleiro do Vasco, Índio, escorando cruzamento, e Tinga, com oportunismo, deram números ao placar.

O Santos (11º colocado – 38 pts. – 1 jogo a menos), mesmo sem Neymar, venceu o clássico contra o Palmeiras, com gol do artilheiro do campeonato, Borges, que chegou ao 20º gol.

O Flamengo (4º colocado – 47 pts.), mesmo sem Ronaldinho Gaúcho, venceu o Fla x Flu por 3x2. Rafael Sóbis abriu o placar para o Fluminense (6ª posição – 44 pts.), Thiago Neves (foto), encarregado de suprir a ausência do “dentuço”, marcou o gol do empate. Lanzini desempatou, mas com dois gols de Bottinelli, o Fla virou (resenha da partida no post anterior).

E o Timão, venceu por 3x0 o Atlético Goianiense (12ª posição – 38 pts.), com gols de Leandro Castán, William (um golaço) e Alex. O Corinthians ainda estreou Adriano,no final da partida, e mesmo assim quase fez o dele. Com a vitória, retomou a liderança da competição, com 51 pontos.

Já a turma do andar de baixo da tabela, e que não sofreu desfalques com a convocação para a Seleção da CBF, fez partidas claudicantes, como os empates do lanterna América-MG (20º colocado – 21 pts.), com o Atlético-MG (17º colocado – 27 pts), e Ceará (15ª posição – 32 pts.) 1x1 Figueirense (13º colocado – 38 pts.), mas teve também um belo 3x0, despachado pelo vice-lanterna, Avaí (19ª colocação – 19 pts), sobre o Atlético-PR (18º colocado – 27 pts.).

Não tem jeito. Podem dilapidar o campeonato brasileiro, que ainda assim, o Brasileirão traz mais emoções que a Seleção.

Fonte da foto: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/13977

No Fla x Flu, Bottinelli BOTOU NELES!!

Clássico, no Engenhão, o Flamengo não perde. Clássico, o Fluminense não ganha. Mesmo muito desfalcado, e sem sua principal estrela, o Mengão, na garra e na raça, com participação decisiva do “Pollo” Bottinelli, que fez dois gols, virou a partida e venceu o Fla x Flu por 3x2.

O jogo foi ainda marcado pelas patéticas e vergonhosas atuações de Abel Braga, que mesmo expulso, se recusou a sair de campo, e dos jogadores do Fluminense, que peitaram o árbitro. Rafael Moura chegou a empurrar o frouxo soprador de apito, que não o expulsou. Agora a torcida tricolor, inflamada, protagoniza um episódio fatídico, de "chororô", para botafoguense nenhum botar defeito.

Na partida, o Fluminense começou melhor, mais organizado, graças a maestria de Deco no meio de campo. Perdido e desorganizado, o Flamengo errou muitos passes. Antes do fim da partida já eram mais de 53. O primeiro tempo, frio, terminou em 0x0, com uma boa chance para o Fluminense, que Rafael Moura desperdiçou, e uma bela jogada do Fla, em passe longo de Renato para Deivid, ganhar dos zagueiros tricolores e chutar, para defesa espalmada de Diego Cavalieri.

No 2º tempo o Flu voltou melhor ainda, com duas finalizações em menos de um minuto. O Fla continuava displicente, e Diego Maurício, mais do que os demais. Errando tudo, tanto no ataque, quanto na cobertura da defesa, permitiu que Maurício ganhasse a jogada e o zagueiro Leandro Euzébio cruzou para Rafael Sóbis, sozinho, de cabeça, abrir o placar.

Com a desvantagem no placar, Vanderlei Luxemburgo mexeu no time, sacou Deivid, Diego Maurício e Maldonado (que já tinha recebido um cartão amarelo), lançando Jael, Negueba e Bottinelli, e o Flamengo foi para cima do tricolor, mais na base da vontade do que com qualidade, e aos trancos e barrancos conseguiu o empate, com Thiago Neves (foto), aproveitando boa jogada de Negueba.

Mesmo assim, se melhorou lá na frente, piorou lá atrás, e Lanzini, que entrara no lugar de Deco, o melhor da partida, até então, fez 2x1, novamente de cabeça, novamente na 2ª trave, aproveitando cruzamento.

Mas o Flamengo tinha Bottinelli e Negueba. Negueba sofreu falta (que era até para cartão, que a fraca arbitragem não deu, mas há torcedores tricolores inconformados com a marcação). Thiago Neves discutiu com Bottinelli, mas o argentino bateu no peito e disse que esta ele iria chutar. Chutou, a bola bateu no travessão, nas costas do goleiro Diego Cavalieri e foi morrer no fundo das redes. O empate não bastava, e o “Pollo”, de fora da área, fintou um zagueiro tricolor, e bateu forte, sem chances para o goleiro tricolor. Virada, histórica. Se o Flu era melhor no jogo, Bottinelli mudou os rumos da partida.

Depois da virada, os tricolores perderam a cabeça, e sua torcida o bom senso. Primeiro foi o treinador Abel Braga, ABSURDO, que mesmo expulso, devido ao excesso de reclamações, se recusou a sair de campo (espero que o STJD lhe dê um belo “gancho”), depois, numa falta dura em que matou um contra ataque rubro negro, Souza, que havia entrado no 2º tempo, foi expulso, e aí o time do Fluminense foi para cima do árbitro. Rafael Moura empurrou o frouxo soprador de apito, Felipe Gomes da Silva, que sequer lhe deu um cartão amarelo, quando deveria tê-lo expulsado. Pelo contrário, empurrou o jogador de volta. Se eu sou o Rafael Moura, represento contra o árbitro por agressão. Partida encerrado em meio ao tumulto. Vitória histórica, heróica e de virada, para um Fla cheio de desfalques, que errou muito, mas que soube lutar até o fim, atingindo a 4ª colocação na tabela, com 47 potnos, a mesma pontuação do São Paulo (deveria estar a frente, fosse o critério de desempate confrontos diretos, como deveria ser).

Fonte: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/13977

sábado, 8 de outubro de 2011

Rock In Rio. Eu Fui!

O AlcooRoll foi pela primeira vez. Eu estou repetindo as idas no festival. E Ver pela TV, vi todos.

Muitos torcem o nariz para o festival. Dizem que é "Pop in Rio", denigrem, mas, estar lá, viver o clima, entender o quanto foi importante o primeiro, e quão importante é voltar a ter, em nossas terras, um festival de música, hoje, incomparável, é para poucos.

Não há que se falar em Woodstock, este, sim, único. Mas, não existe Ozzfest, ou Loolapalloosa que o supere. O Rock In Rio, seja em Lisboa, ou em Madri, é o Rock In Rio.

Como venho dizendo nas mídias sociais. Nem é necessariamente rock, nem precisa ser no Rio. o Rock In Rio é uma marca. Tem donos, os Medina(s), pai e filha, preza pelo que que pode vender ou não. Tem fim de lucros. E, é o que funciona.

Na minha retrospectiva do Rock in Rio 2011, começo pelo show principal, do dia em que lá estive, ao vivo. Infelizmente não é mais na Cidade do Rock original, onde cabiam bem mais do que 100 mil

Mas a nova Cidade do Rock é interessante, apesar de parecer um grande espaço multimídia publicitário. A Rock Street, realmente uma versão da Bourbon Street é bem interessante. Acho que stands de patrocinadores e lojas demais tiram espaço de circulação dos até então 100mil habitantes da Cidade do Rock (parece que na próxima edição serão apenas 85mil). Brinquedos como a Roda Gigante, a Montanha Russa e a Tirolesa (com adendo sobre esta última), parecem ser apenas distrações sem pé nem cabeça. Assim como uma tenda eletrônica, num festival de música. Musíca se toca com instrumentos, não com aparelhos onde se tocam cds, ou mp3.

Apesar dos avisos de vá de ônibus, fomos (eu, meus familiares e amigos), de carro, e de lá saímos de carro. E foi o melhor modo de ir e de lá sair. Sem ter de brigar com o motorista do ônibus em que se passavam 06 horas numa fila para se conseguir o Rio Card -Rock In Rio, por 35 reais, e depois ver tal ônibus parando no meio do caminho e aceitando pessoas que pagassem apenas R$ 20,00. Melhor do que pegar o outro ônibus que deixava as pessoas no Autódromo, 2km da Cidade do Rock.

Ainda assim, entrar na Cidade do Rock foi um suplício. Perdemos o show do Matanza nesta brincadeira. E aí vem outra crítica. pq abrir os portões às 14h, quando os shows começam logo depois, à s14h40 e a fila não anda rápido o suficiente? Resultado? Matanza tocou para um público pequeno pq o seu público estava ainda na fila.

E falando em fila, que porcaria é essa de o ticket comprado num lugar só vale para aquele lugar? Resultado: Heineken da Rock Street sem fila, Bob's com fila que não andava.

Pq não criar um ticket que vale em qq loja? E até descobrir qual a melhor relação benefício, loja-tickets-posição na Cidade do Rock, lá se foi o show do Korzus (maneiro, por sinal, segundo as imagens do Multishow). Botequim Informal, em frente ao Palco Sunset (poderia ser o Habbib's tb). de frente pro palco. Fila pequena, e que anda, mas, mesmo na fila, se consegue ver o show. Perto o suficiente para, num grupo de amigos, se revezar na tarefa de sair do "tumulto" e pegar umas cervas, e uns bolinhos de aipim com carne seca, ou fartas coxinhas de galinha (poderiam ser esfirras ou pizzas). Ah... Chopp Heineken... Nada de Xixicariol da edição de 2001.

Não encontrei minha amiga que estava trabalhando na campanha do Ministério da Saúde, mas fiquei triste ao saber que quatro casos (pelo menos) de HIV foram descobertos durante o festival. E faço coro com o cronista do O Globo, que não vê motivos para que se façam testes de HIV em eventos como estes.

Mas encontrei um monte de amigos que não esperava encontrar, como o Giovani, de Viçosa-MG, meu companheiro de roquenrol, birita e poker, e outros que até eram prováveis, como o Edison, meu companheiro de shows e de trabalho, assim como o Guilherme que levou o seu filho. Eu tb levei a minha filha, a mais velha, claro, que se acabou no show do Slipknot.

Antes disso, já na boa, bebendo cerva, pudemos curtir com a galera, durante o show do Angra, no Palco Sunset. E depois ainda teve Sepultura (tá, não é a mesma coisa desde que o Max Cavaleira saiu da banda. Pior ainda que não há mais Cavaleiras na banda, com a saída de Igor), mas, ainda assim, mereciam, tanto o Angra, quanto o Sepultura o Palco Mundo, que nem o Glória, nem o "Cambraia" merecem.

Depois vieram os petardos do Motorhead. Indefectíveis. Vicerais. Aula de roquenrow, para bebê nenhum botar defeito. Mas se o show que poderia parecer anti-clímax para os mais tradicionais adoradores do "Deus-Metal", estava mal escalando, entre a banda do Lemmy e o Metallica, estes se surpreenderam, quando viram a exibição de gala do Slipknot. Não é o som que vou ouvir na minha sala, no meu celular, no som do meu carro, mas, no palco, faz todo o sentido e pagam cada centavo, do sentido de entretenimento. Máscaras, adereços, pirotecnias e acrobacias não são novidades num palco, mas o circo do Slipknot é muito mais do que isso. Ponto alto para a bateria içada no palco, e aos integrantes se jogando na galera.


E depois, o melhor show desta edição do Rock In Rio. Um impecável Metallica. Com sobriedade, competência, e um set list para lá de phodônico, a banda de Heatfield, Urich, Hammet e Trujillo mandou ver. Mais de duas horas de Metal, suas principais músicas executadas (faltou Last Caress, do Misfit), a homenagem ao Cliff Burton, com direito a bandeira estendida (foto) e um bis, com "Am I Evil?;" e a que todos pedimos, "Seek & Destroy".

Passar 14 horas na Cidade do Rock foi uma maratona, para headbanger nenhum botar defeito. F
oi como estar quase no paraíso do Metal.

Fonte da foto: http://minutohm.com/2011/10/03/cobertura-minuto-hm-%E2%80%93-metallica-no-rock-in-rio-2011-%E2%80%93-parte-4-%E2%80%93-resenha/

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Só Derrotas.

Seja no campeonato brasileiro, onde o Fla perdeu para o Atlético Paranaense por 2x1 (foto), seja no Futebol de Praia, onde a Seleção Brasileira perdeu por 12x8, para a Rússia, e até mesmo no basquete, que encantou, jogou bastante, conseguiu a vaga para as olimpíadas, mas perdeu o título do Pré-Olímpico das Américas para os donos da casa, a Seleção da Argentina, hoje foi um dia de derrotas.


E para quem torceu pela Serena Williams também. A americana não foi páreo para a australiana, e não conseguiu conquistar mais um título em casa Perdeu por 2 sets à 0.

Pelo menos, para a Seleção Brasileira de Basquete, há o que comemorar. A vaga para as Olimpíadas de 2012, em Londres, encerrando um jejum de 16 anos. Enquanto isso, a Seleção Brasileira de Futebol de Praia, viu interrompida uma seqüência de títulos. Após vencer os últimos quatro, sucumbiu ante a uma Seleção que nenhuma tradição tinha no esporte. Praia na Rússia, só em São Petersburgo (ou, para quem já jogou War, em Vladivostok também). E olhe lá.

Já o Flamengo, acumula a sua 8ª partida sem vitória, despencou, neste período, da 2ª para a 6ª posição no campeonato. Teve chances de assumir a ponta e desperdiçou. De melhor carioca, caiu pára o pior carioca do campeonato, ao ser superado pelo Fluminense, que venceu o líder Corinthians, por 1x0, gol de Fred, de falta. Já o Botafogo, que vinha fazendo uma boa campanha, foi goleado pelo Coritiba por 5x0. Mas o interessante é ressaltar que sofreu o primeiro gol no final do 1º tempo. E o 2º gol sofrido foi em um pênalti inexistente, muito mal marcado. Enquanto isso, o Vasco apenas empatou com o Figueira, em 1x1, no Orlando Scarpeli, em Florianópolis.

Menos mal, para os times do Rio, que o São Paulo foi derrotado pelo Grêmio, no Olímpico, em Porto Alegre, por 1x0, gol de Douglas. Rogério Ceni e Adilson Batista contestaram a arbitragem.

Ainda assim, com estes resultados, compactuou-se o grupo de cima, na tabela do campeonato. O Corinthians continua líder, com 43 pontos; seguido pelo Vasco, com 42; São Paulo, com 41; e Botafogo com 40. O Fluminense vem na 5ª posição com 37 pontos, enquanto o Flamengo, que ainda não pontuou no 2º turno, permanece com os mesmos 36 pontos.

Fonte da foto: http://www.flamengo.com.br/site/noticia/detalhe/13767

OBS: Toda solidariedade do AlcooRoll para com as vítimas das enchentes em Santa Catarina.

domingo, 11 de setembro de 2011

Djokovic Quebra Federer. Nadal Vence Murray. Final, Só Amanhã.


Devido a uma lambança dos americanos, que não incluíram um teto retrátil na reforma de uma de suas quadras, o US Open parou, por conta de fortes chuvas. Com isso, não será mais hoje, dia 11.09.2011 (dez anos após o atentado às Torres Gemeãs), que ocorrerá a final masculina do US Open. Por outro lado, Serena Williams venceu a n.º: 1 do mundo, Caroline Wozniacki, já após a virada de data, por dois sets à zero, pela semifinal do torneio feminino, e, de certa forma, homenageando a data. E vai enfrentar ainda hoje, 11.09.11, às 16h em Nova Iórque (15h no horário de Brasília), a australiana Samantha Stosur, pelo título do último Grand Slam do ano.

Já Novak Djokovic (foto), venceu, de virada, e após salvar dois ”macht points”, superou Roger Federer, por 3x2. O Detalhe é que Federer venceu os dois primeiros sets. Djokovic venceu o 3º e o 4º set. No 5º set, Federer, pentacampeão do US Open, chegou a abrir 5x3, e teve duas chances de vencer a partida. Após salvar um macht point, o sérvio, e atual n.º: 1 do mundo, chamou o apoio da torcida, salvou o outro macht point, quebrou o serviço do suíço e partiu para a quase inacreditável vitória. Quebrando também o "jogo: pedra-papel-tesoura” que parecia ser uma constante no tênis (Federer vence Djoko; Djoko vence Nadal; Nadal vence Federer).

Falando em Nadal, o espanhol, n.º: 2 do mundo, despachou o britânico Andy Murray (n.º 4), por 3x1, sem grandes dificuldades, e vai duelar pelo título contra Djokovic. Mas, devido às chuvas, e por não haver, no complexo de Flushing Meadows uma quadra coberta (ou de teto retrátil), a partida só ocorrerá na segunda-feira, às 16h lá, 15h aqui (se não chover, é claro).

Fonte da foto:
http://www.usopen.org/en_US/news/photos/2011-09-10/201109101315690294187.html?glryid=2011-09-10/201109101315668016533

O Basquete Brasileiro Volta Às Olimpíadas!


Com uma excelente campanha no torneio das Américas, a Seleção Brasileira de Basquete conquista a vaga para a Final do campeonato (que será hoje, contra a Argentina), e a vaga para as Olimpíadas de Londres 2012, após vencer a República Dominicana, num difícil jogo, em que sobressaíram não apenas as qualidades individuais de nossos jogadores, como o rubro-negro Marcelinho Machado, cestinha do Brasil, com 20 pontos, mas, do grupo como um todo.

E têm sido assim, com o grupo sendo mais importante do que os indivíduos, que o time comandado pelo experiente, e vencedor olímpico, treinador Rubén Magnano (foto), conseguiu a vaga para as olimpíadas, que não disputamos desde 1996.

E assim sendo, o grande mérito do time é o jogo coletivo, apesar de, na quadra, o talento de Marcelo Huertas despontar, sendo o nosso melhor pontuador e o nosso jogador com o melhor índices de assistências, figurando também como o “maestro”, o “regente” da equipe em quadra. Só que sem os rebotes do Tiago Splitter, ou as cestas de Giovannoni e Hettsheimer, ou o volume de jogo de Alex Garcia, sem esquecer que temos ainda o Caio, o Benite, o Augusto e todos os demais integrantes desta já vitoriosa equipe, talvez, amargaríamos mais um ciclo sem irmos às olimpíadas.

Talvez seja a hora de por na prateleira, ou mesmo na geladeira, os “ídolos” que na Hora H nos deixam na mão. Valorizarmos mais este grupo que pode ainda conseguir hoje um título histórico sobre nosotros hermanos, em sua própria casa.

A outra vaga, para as Olímpiadas de Londres 2012, e para a final do Torneio Pré-Olímpico das Américas, ficou com a dona da casa, a Seleção Argentina, que em Mar Del Plata, com muito sofrimento e dificuldade conseguiu vencer Porto Rico por 81x79. E isso porque Porto Rico desperdiçou duas chances de virar o placar no finalzinho da partida, apesar da pressão da torcida.

Vaga já garantida. Então só falta mais este caneco. Rumo ao título, Brasil!

Fonte da Foto: http://www.cbb.com.br/noticias/showrelease.asp?artigo=8870